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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

DIA 04/02 - DIA INTERNACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER - MULHERES

OMS: Exercícios evitariam 25% dos casos de câncer de mama e cólon

Segungo a organização, 150 minutos de exercícios físicos por semana evitariam 3,2 milhões de mortes

    Efe
    GENEBRA - Cerca de 25% dos casos de câncer de mama e de cólon poderiam ser evitados se os pacientes praticassem exercícios físicos por pelo menos 150 minutos por semana, advertem as novas Recomendações Mundiais sobre Atividade Física apresentadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
    Veja também:
    As novas recomendações foram apresentadas no marco do Dia Mundial do Câncer, celebrado nesta sexta-feira, 4.
    Segundo os últimos dados disponíveis, de 2008, 7,6 milhões de pessoas morreram de câncer, 460 mil das quais foram mulheres vítimas do câncer de mama e 610 mil pessoas que sofreram câncer de cólon.
    Recentes pesquisas mostraram que dessas 7,6 milhões de mortes, 3,2 milhões estão relacionadas à ausência de atividade física.
    De fato, calcula-se que 31% da população mundial não pratiquem nenhuma atividade física, o que torna a falta de exercício o quarto maior fator de risco para contrair câncer.
    O primeiro fator é a pressão alta, seguido do tabaco e do excesso de glicose no sangue.
    "O câncer pode ser prevenido e evitado porque muitos dos fatores que o provocam são conhecidos, mas são feitos muito poucos esforços para controlá-los", indicou em entrevista coletiva Eduardo Cazap, presidente da União Internacional para o Controle de Câncer (UICC).
    Cazap assinalou que a cada ano são detectados 12 milhões de novos casos de câncer, 80% deles nos países em desenvolvimento, um número que deve duplicar até 2020.
    Dos novos casos, 30% têm origem viral e somente 10% têm origem genética.
    Diante deste panorama, a OMS decidiu estabelecer as Recomendações Mundiais para que se transformem em políticas públicas adaptadas a cada país.
    Doenças cardiovasculares, câncer, doenças respiratórias crônicas e diabetes, nesta ordem, causam 60% do total de mortes no mundo, o que equivale a mais de 35 milhões de mortes anualmente.
    Já os tipos de câncer que mais matam são: de pulmão, de mama, de estômago, de fígado e de cólon.
    "Não é importante falar apenas de prevenção, mas também de tratamento. Avançamos muito em diagnóstico e em tratamento, o problema é que só 10% da população mundial têm acesso a ele", disse Cazap.
     FONTE: O ESTADO DE SÃO PAULO

    DIA 04/02 - DIA INTERNACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER - TABAGISMO I

    Fumaça do cigarro pode durar meses em uma casa 
    Pesquisadores descobriram que os poluentes liberados a partir da fumaça do cigarro podem durar mais tempo dentro de uma casa do que se pensava anteriormente.
    Os poluentes, apelidados de “fumaça passiva” do cigarro, podem “grudar” na casa, nas superfícies e nas fendas por longos períodos de tempo após o fumante deixar o local. Dessa forma, se não-fumantes passarem a viver em uma casa antes habitada por fumantes, eles podem absorver esses produtos químicos tóxicos.
    Os pesquisadores chegaram a essa conclusão após estudar os lares de 100 fumantes e 50 não-fumantes que estavam planejando se mudar. Os níveis de nicotina foram usados como um “marcador” para resíduos químicos, que vêm da fumaça do tabaco.
    Produtos químicos em paredes, tetos, pisos e outras superfícies foram medidos, bem como o ar. Os pesquisadores ainda procuraram por nicotina na ponta dos dedos dos moradores em todas as casas, bem como um produto da decomposição da nicotina, cotinina, nas amostras de urina de crianças.
    As gotas oleosas e pegajosas do cigarro duraram meses. Segundo os pesquisadores, enquanto muito menos poluentes foram encontrados na casa após um fumante ativo ter se mudado, ainda havia 10 a 20% do que era encontrado quando ele vivia lá.
    Apesar do fato de que a casa estava vaga há meses, e até foi limpa após um fumante deixá-la, a fumaça passiva ainda podia afetar um novo ocupante não-fumante.
    No estudo, 25 não-fumantes se mudaram para casas que anteriormente eram de propriedade de fumantes. Os pesquisadores verificaram novamente os resíduos de nicotina, os químicos em toda a casa, bem como na ponta dos dedos e na urina.
    Após medidas cuidadosas, os pesquisadores concluíram que os níveis de nicotina no ar das casas, vagas por dois meses após os fumantes terem se mudado, ainda ficaram entre 35 e 98 vezes mais altos do que nas casas de não-fumantes. Quanto a superfícies, os níveis de nicotina foram de 30 a 150 vezes mais altos nas casas dos fumantes em comparação com as casas de não-fumantes.
    Os não-fumantes que se mudaram para casas de fumantes tinham níveis de nicotina nos dedos de 7 a 8 vezes maior do que aqueles que ficaram em casas de não-fumantes. A urina infantil continha níveis de nicotina 3 a 5 vezes maior do que em casas de não-fumantes.
    Os pesquisadores aconselham as pessoas que vivem em casas antes ocupadas por fumantes a manterem as superfícies as mais limpas possíveis, assim como as mãos das crianças. 
    Fonte : Hype Science

    quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

    DIA 04 de Fevereiro - DIA INTERNACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER - CÂNCER DE PELE

    A exposição excessiva e constante à radiação ultravioleta dos raios solares é a principal causa para o aparecimento do câncer de pele. “Ao contrário do que muitos pensam, pele bronzeada não é sinal de saúde. O sol em excesso, ao longo dos anos, também pode causar queimaduras e envelhecimento precoce”, alerta Carlos Eduardo Alves dos Santos, médico da Seção de Dermatologia do INCA. Segundo ele, o bronzeamento é uma agressão à pele, que reage ao receber uma carga exagerada de radiação solar. Os efeitos nocivos do sol são cumulativos, por isso é comum que as lesões apareçam na maioria das vezes após os 40 anos.
    O câncer de pele tipo melonoma é o mais perigoso. Apesar de somar somente 5% dos casos de câncer cutâneo, tem grande probabilidade de se espalhar para outras partes do corpo (metástase).
    Algumas medidas ajudam a prevenir o câncer de pele. Deve-se evitar a exposição direta ao sol das 10h às 16h e usar filtro solar com fator de proteção igual ou superior ao 15, fazendo reaplicações a cada duas horas. Além disso, é importante usar chapéu e barraca. Se for inevitável a exposição ao sol durante a jornada de trabalho, deve-se usar chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.

    TEXTO RETIRADO DO SITE http://www.inca.gov.br/

    DIA 04/02/2011 DIA INTERNACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER - PARE DE FUMAR

    Governo anuncia remédios gratuitos para hipertensão e diabete

    O programa Aqui Tem Farmácia Popular vai oferecer medicamentos contra hipertensão e diabete de graça. Atualmente, o governo paga 90% do valor desses medicamentos e o cidadão tinha de arcar com o restante. Com a medida anunciada nesta quinta-feira(3) pelo governo, os remédios passam a ser distribuídos gratuitamente.

    As 15 mil farmácias e drogarias privadas conveniadas ao programa têm até o dia 14 de fevereiro para se adaptar à medida. Qualquer brasileiro pode ter acesso aos medicamentos desde que apresente um documento com foto, o CPF e a receita médica.
    Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 900 mil hipertensos e diabéticos devem ser beneficiados com a medida. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a oferta gratuita desses remédios só foi possível graças a um acordo negociado entre o governo e o setor farmacêutico.
    O programa oferece ainda remédios subsidiados para mais cinco doenças: asma, rinite, Mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, além de fraldas geriátricas. No total, são 24 tipos de medicamentos.

    quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

    Ministério da Saúde determina que universidade faça pesquisa de medicamentos para leishmaniose

    Estudo encomendado pelo Ministério da Saúde a seis universidades brasileiras pretende verificar eficácia e segurança de três medicamentos usados no país contra a doença.
    Um estudo encomendado pelo Ministério da Saúde vai, pela primeira vez, avaliar a eficácia dos medicamentos usados no tratamento da leishmaniose visceral — também conhecida como calazar — no Brasil. O objetivo é que, a partir do resultado da pesquisa, seja melhorado o tratamento e aumente o índice de cura da doença, que é endêmica em 62 países e na América Latina e tem maior ocorrência no Brasil. Entre 1987 e 2006, foram registrados no país 53,7 mil casos, com uma média de 2.689/ano e 1.650 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.

    O “Estudo multicêntrico de eficácia e segurança dos fármacos recomendados para o tratamento da leishmaniose visceral no Brasil” será realizado em nível nacional, com a participação de pesquisadores de seis universidades das regiões Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste, entre as quais a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), no norte de Minas Gerais, e as universidades federais do Piauí (UFP), de Mato Grosso do Sul (UFMS), de Tocantins (UFT) e de Sergipe (UFS). Também envolve o Centro de Pesquisa Renê Rachou, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), sediado em Belo Horizonte.

    O objetivo do estudo é avaliar a eficácia e a segurança de três medicamentos usados contra o calazar no país: antimoniato de N-metil glucamina, desoxicolato de anfotericina B e anfotericina B lipossomal. Entre outros aspectos, serão observados a taxa de cura e o tempo decorrido até a recuperação clínica e hematológica dos pacientes tratados com os três remédios. “Esses medicamentos são usados há muito tempo no tratamento da leishmaniose. Mas, até hoje, não há no país uma pesquisa que comprove como eles funcionam, qual é o melhor dos três e qual a dose recomendada. Finalmente, teremos respostas para essas perguntas”, afirma o professor Silvio Fernando Guimarães de Carvalho, coordenador da pesquisa. Ele também coordena o Centro de Pesquisa em Doenças Parasitárias e Infecciosas do Hospital Universitário Clemente de Faria, da Unimontes, que é referência no atendimento de portadores do calazar.

    O pesquisador salienta que, até agora, o tratamento da doença com os três medicamentos disponíveis no mercado vem sendo feito por meio de “consenso” entre os profissionais que atuam na área. “O tratamento deixará de ser baseado em consenso e terá como referência um estudo científico, que vai permitir que os pacientes sejam tratados com drogas mais eficazes e com menos efeitos colaterais. Com isso, o índice de cura será elevado, diminuindo os riscos de complicações para quem tiver a doença. Além disso, o tempo do tratamento poderá ser mais curto”, enfatiza Guimarães de Carvalho.

    Ele ressalta que outro objetivo é que a pesquisa venha reduzir a taxa de mortalidade nos casos de leishmaniose visceral, que, atualmente, é da ordem de 10%. O pesquisador lembra ainda que há uma preocupação em relação ao controle do calazar porque a doença, que antes era restrita a algumas áreas, hoje se espalhou por todo o país. Recentemente, foi confirmado um caso da moléstia na Região Sul, onde, até então, não existiam registros da leishmaniose. Orçada em R$ 1 milhão, a pesquisa sobre os medicamentos usados contra a doença visceral é financiada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, pela Financiadoraa Nacional de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), contando ainda com o apoio do Ministério da Saúde. O trabalho deverá ser concluído dentro de dois anos.

    O estudo sobre a eficácia e segurança dos medicamentos para combater a moléstia vai ser feito a partir do acompanhamento de pacientes nos centros de referência para o tratamento da doença instalados em hospitais públicos de Belo Horizonte, Montes Claros, Campo Grande (MT), Palmas (TO), Teresina (PI) e Aracaju (SE). Em Belo Horizonte, serão acompanhados portadores do calazar atendidos no Hospital João Paulo II, que pertence à Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig). Ainda na capital mineira, o Centro de Estudos René Rachou vai servir como suporte para a realização de análises em laboratórios. Em Montes Claros, a unidade de referência para o acompanhamento dos pacientes será o Hospital Universitário Clemente Faria, que recebe pessoas de todo o norte de Minas, onde a leismaniose é endêmica.

    Em todas as unidades envolvidas, serão acompanhados 660 pacientes entre adultos e crianças, divididos em quatro grupos. Haverá a avaliação dos efeitos colaterais e da evolução do tratamento e da cura com o uso do desoxicolato de anfotericina B, da anfotericina B lipossomal e do antimoniato de N-metil glucamina. O estudo será comparativo, observando a eficácia e outros aspectos de cada um dos três medicamentos em relação aos outros remédios usados no tratamento do calazar.

    FONTE: CORREIO BRASILIENSE

    terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

    QUEIMADURA PROVOCADA PELO SUMO DO LIMÃO

    Muita gente já recebeu um e-mail que mostra uma sequência de acontecimentos, onde mostra o que pode acontecer com a pele ao manipular limão e se expor ao sol. Abaixo apenas uma fotografia.


    Para maiores detalhes visite:  http://migre.me/3Nk7M  As imagens são fortes. Nosso objetivo não é chocar as pessoas, mas apenas alerta-las.