terça-feira, 12 de abril de 2011
Saúde Divinópolis: Droga mata tumor de fome
Saúde Divinópolis: Droga mata tumor de fome: "Fonte: Estado de Minas Durante 13 anos, José Alencar travou uma árdua batalha contra o câncer, até que a doença não mais respondeu aos trat..."
Gripe aviária no no Egito já alcançou 46 casos fatais
O Ministério da Saúde do Egito anunciou quatro novos casos confirmados de infecção humana da gripe aviária A (H5N1).O primeiro caso foi uma jovem de 20 anos de Behaira. Ela desenvolveu sintomas no dia 14 de Março e foi hospitalizada no dia 19 de março.Ela estava em estado crítico e morreu em 28 de março.
O segundo caso é uma menina com dois anos de Menofeya. Ela desenvolveu sintomas no dia 26 de março e foi hospitalizado no dia 27 de março. Ela ainda está sob tratamento e em condição estável.
O terceiro caso é uma mulher de 55 anos de idade de Behaira. Ela desenvolveu sintomas no dia 20 de março e foi hospitalizado em 22 de março. Ela se recuperou e recebeu alta no dia 5 de abril.
O quarto caso é um menino de um ano de idade de Fayoum. Ele desenvolveu sintomas no dia 20 de março e foi hospitalizado em 28 de março. Ele ainda está sob tratamento e em condição estável.
Todos os casos receberam oseltamivir tratamento no momento da internação.
As investigações sobre a origem da infecção indicam que os casos tiveram a exposição à doença ou aves mortas com suspeita de gripe aviária.
Os casos foram confirmados pelo Centro Egípcio Laboratórios de Saúde Pública, uma unidade de vigilância da OMS.
O último boletim foi emitido nesta segunda-feira, 11 de Abril. Dos 141 casos confirmados até o momento no Egito, 46 casos foram fatais.
domingo, 10 de abril de 2011
Medicina da Unesp cria curso para ensinar aluno a prescrever remédios
Objetivo é acabar com a letra ilegível dos profissionais e ensinar os estudantes a fazerem escolhas racionais, baseadas em quatro critérios: eficácia, segurança, facilidade de acesso e custo; conteúdo do curso estará disponível online para médicos do SUS
Karina Toledo - O Estado de S.Paulo
Acabar com a ilegível letra de médico e outras inadequações na prescrição de medicamentos - como doses excessivas ou que causem interação entre si - são os objetivos de um curso pioneiro criado na Faculdade de Medicina da Unesp, em Botucatu. Agora, graças a uma parceria com o Ministério da Saúde, o conteúdo da disciplina estará disponível online a todos os profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS).
Celio Messias/AE
Botucatu. Livia e Marton, alunos do 4º ano de Medicina
A professora Thais Queluz conta que tinha duas metas quando criou o curso Seleção Racional de Medicamentos e Boas Práticas de Prescrição Médica e Odontológica, em 2003. A primeira era conscientizar os alunos de que a receita médica é um documento do paciente e, portanto, ele precisa entender o que está escrito nela. "Não pode ter abreviações, a letra tem de ser legível, a dosagem e a forma de administração devem estar claras", diz a professora.
O desafio maior, porém, é ensinar os estudantes a fazer uma escolha racional. "Mostramos como buscar evidências científicas que ajudem a selecionar a droga com base em quatro critérios: eficácia, segurança, facilidade de acesso e custo", diz Thais. Se há dois remédios semelhantes, afirma, deve-se optar pelo mais barato. Mas isso nem sempre acontece por causa do assédio da indústria farmacêutica, com seus brindes e amostras grátis.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), metade dos medicamentos que circulam no mundo foi prescrita, administrada ou vendida incorretamente.
Em 2010, o Ministério da Saúde ofereceu recursos para Thais desenvolver uma versão online do curso. O material foi entregue em dezembro e, nos próximos meses, estará disponível no portal da Universidade Aberta do SUS, ainda em fase de teste.
Os estudantes do quarto ano de Medicina Lívia Santos e Marcos Marton contam que antes de cursar a disciplina haviam aprendido apenas na prática a preencher um receituário. "No terceiro ano começamos a atender na unidades de saúde e observamos como os médicos fazem", diz Lívia. Abreviações como V.O. (via oral) são comuns, diz Marton. "Muitos pacientes nem sequer sabem o que é via oral. Passamos a escrever "tomar pela boca"."
Maria José Martins de Souza, gerente de Assistência Farmacêutica da Fundação para o Remédio Popular, conta que grande parte das receitas que chegam nas farmácias do Programa Dose Certa é recusada por inadequações: "São comuns prescrições com doses excessivas ou com medicamentos que podem causar interação. Muitas também não têm a via de administração ou a duração do tratamento". Digoxina: uma esperança no tratamento de câncer de próstata.
A "Câncer Discovery" deste mês trás um artigo sobre um estudo com a digoxina (originalmente derivada das “dedaleiras”, e também conhecida como digitálicos) e sua possível utilidade no tratamento de câncer de próstata.Platz e seus colaboradores realizaram um estudo em duas partes para analisar o valor dos medicamentos já existentes no mercado para outras indicações no tratamento de câncer de próstata.
Na primeira parte deste estudo, os pesquisadores realizaram um clássico in vitro para testar a citotoxicidade de 3.187 compostos para ver se estes compostos tinham potencial atividade contra células cancerosas da próstata em laboratório. Eles foram capazes de mostrar que a digoxina tinha um nível significativo de potência em inibir a proliferação de células cancerosas da próstata in vitro. A digoxina tem uma longa história de uso nas terapias de doenças cardiovasculares, como insuficiência cardíaca congestiva e arritmias (embora sua utilização seja muito menos comum hoje do que era há uma década).
Na segunda parte do estudo, Platz e seus colegas analisaram dados sobre o uso de digoxina e risco de câncer de próstata em um universo de 47.884 homens seguidos de 1986 a 2006, no Health Professionals Follow-up Study. Eles descobriram que os usuários digoxina regulares tiveram uma incidência significativamente menor de câncer de próstata (risco relativo [RR] = 0,76) em comparação aos não-usuários. Eles também descobriram que o risco relativo foi ainda menor entre os homens que tinham sido tratados com digoxina para 10 ou mais anos (RR = 0,54). Em geral, uso de digoxina foi associado com um risco 25 por cento mais baixo de câncer de próstata.
O objetivo do estudo realizado pela Platz e seus colegas não era realmente para tentar encontrar novas drogas para câncer de próstata. Pelo contrário, foi o de estabelecer o processo de avaliação de medicamentos mais antigos para o seu potencial no tratamento de distúrbios para os quais nunca haviam sido testadas.
No entanto, isso levanta agora uma questão. Será que a digoxina deve de fato ser testado para sua capacidade de tratar o câncer de próstata? No entanto, uma questão maior será se a digoxina vai retardar a progressão do câncer de próstata em homens com doença em fase inicial, seja sozinha ou em combinação com outras formas de tratamento. Será necessário monitoramento dos níveis de potássio para estes pacientes. A digoxina em paciente hipocalêmicos causa muitos efeitos colaterais graves.
Um pouco de História da “dedaleira”. http://www.sbq.org.br/filiais/adm/Upload/subconteudo/pdf/Historias_Interessantes_de_Produtos_Naturais08.pdf
sexta-feira, 8 de abril de 2011
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