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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Saúde testa monitoramento para Copa durante bloco de carnaval

23 de fevereiro de 2012
A aglomeração de mais de 1,5 milhão de pessoas durante o desfile do bloco de carnaval Galo da Madrugada, em Recife (PE) serviu como evento teste para o monitoramento de ações de saúde que serão implantadas durante a Copa Fifa 2014. No último sábado (18/2), representantes de oito cidades sede para a Copa acompanharam as ações de vigilância, resposta e atendimento realizadas durante o evento. A ação foi realizada pela Câmara Temática da Saúde para a Copa 2014, com participação do Ministério da Saúde, Anvisa, o município do Recife e o estado de Pernambuco.
Durante o desfile do bloco, foram monitorados 24 diferentes pontos como hospitais, unidades de atendimento do Samu, Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e o posto de saúde do Corpo de Bombeiros. Nove pontos foram instalados ao longo do circuito, em camarotes e trios com a finalidade de inspecionar, por exemplo, o comércio de alimentos e outras situações que podem desencadear surtos. Todas as informações coletadas eram enviadas para uma sala de situação que monitorava as situações de risco à saúde.
De acordo com a coordenadora do Grupo de Eventos em Massa da Anvisa, Denise Resende, a experiência permitiu identificar formas mais eficientes de realizar o monitoramento dos riscos sanitários e colocar os representantes das outras cidades que serão sede da Copa do Mundo em contato com a experiência pernambucana com grandes eventos. “A escolha do Galo da Madrugada como evento teste foi motivada pela sua dimensão e com o objetivo de simular uma situação em dias de jogos, em que o setor saúde terá que atuar de forma integrada para minimizar os riscos decorrentes da aglomeração de pessoas”, explicou.
Para o monitoramento das ocorrências de saúde durante o desfile do bloco os técnicos utilizaram equipamentos cedidos pelo IBGE, semelhantes aos utilizados na coleta de dados do Censo. Já o software utilizado foi Risk Manager que a Anvisa já aplica no programa Sagarana de monitoramento de riscos sanitários em portos, aeroportos e fronteira. As cidades sede da Copa que participaram do teste foram Manaus, Brasília, Cuiabá, Fortaleza, Natal, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. O município do Recife, onde o bloco desfilou, também será sede de jogos em 2014.

Planos de saúde não podem fixar limite com despesa hospitalar, decide STJ

FONTE: O estado de São Paulo


Ministros que analisavam recurso de família de paciente internada durante dois meses consideraram cláusula abusiva
Os planos de saúde não podem estabelecer limite máximo de gastos com internações em hospitais nem prazo máximo de permanência do segurado, segundo definiu o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Os ministros da Quarta Turma do STJ entenderam, por unanimidade, que esse tipo de cláusula é abusiva. A decisão não vincula as demais instâncias da Justiça, mas abre precedente para situações semelhantes.
A decisão é da semana passada, mas foi divulgada apenas nesta quarta-feira, 22, pelo STJ. Os ministros analisavam o recurso da família de uma mulher que ficou dois meses internada na UTI (unidade de terapia intensiva) devido a um câncer de útero. No décimo quinto dia de internação, a seguradora queria suspender o pagamento alegando que havia sido atingido o limite do contrato de R$ 6.500. Uma liminar garantiu que a empresa continuasse arcando com os gastos até que a mulher morreu.
A cláusula que colocava limite de gasto foi mantida pelo juiz de primeiro grau e pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que entenderam que o contrato era claro ao estabelecer a restrição e que a adesão foi uma opção da segurada. No entanto, os ministros do STJ reverteram a decisão alegando, principalmente, que o valor da cobertura é muito reduzido.
Para o relator, ministro Raul Araújo, a saúde humana não pode ficar sujeita a limites como acontece em um seguro de carro. Ele também lembrou que a legislação da época vedava a limitação desses tipos de prazos. Os ministros também decidiram fixar o valor de R$ 20 mil de dan

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Cresce número de crianças que querem fazer mudança de sexo

Pediatras dos EUA receberam pacientes com apenas quatro anos FONTE: Folha de São Paulo Um número pequeno mas crescente de crianças tem feito tratamento para mudança de sexo, de acordo com três estudos publicados na revista científica "Pediatrics". Essas crianças, afirmam os levantamentos, acreditam que nasceram com o sexo errado. Especialistas estimam que 1 em cada 10 mil crianças esteja nessa condição. Um paciente típico é um pré-adolescente de oito anos, que vive em Los Angeles, nos EUA. Ele nasceu como menina mas, aos 18 meses de vida, surpreendeu a família ao dizer: "Eu sou menino". A família, que ficou chocada no início, hoje o trata como menino. A família está esperando os primeiros sinais da puberdade para começar uma terapia hormonal. "Os pediatras precisam saber que essas crianças existem e que precisam de tratamento", disse Norman Spack, autor de um dos trabalhos e especialista do Hospital Pediátrico de Boston. Lá, a procura por esse tipo de atendimento aumentou quatro vezes desde 1990. De acordo com Spack, é preciso diferenciar as crianças que "brincam" de ser do sexo oposto e aquelas que se sentem como se tivessem nascido "no corpo errado".

Para saber mais Folha de São Paulo edição 21 de Fevereiro de 2012.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Pílula do dia seguinte

O Funcionamento da Pílula Anticoncepcional

Cura da hepatite C será possível em dois anos, dizem especialistas

Cientistas da Austrália conseguiram erradicar doença em humanos

FONTE: Folha de São Paulo

Cientistas australianos anunciaram ontem que a cura da hepatite C pode ser uma realidade em dois anos.
A animação tem origem em um estudo da Universidade de Sidney, na Austrália, publicado na "The New England Journal of Medicine".
O trabalho foi anunciado na Conferência da Associação do Pacífico Asiático para o Estudo do Fígado, realizada em Taipé, em Taiwan.
A pesquisa demonstrou pela primeira vez a possibilidade de cura da hepatite C a partir de uma nova combinação de remédios.
Os cientistas casaram dois agentes antivirais (daclatasvir e asunaprevir) e conseguiram erradicar o vírus do sangue de todos os pacientes que participaram do teste.
A pesquisa suprimiu com sucesso a infecção genótipo 1, o mais difícil de tratar.
De acordo com o médico Jacob George, da Universidade de Sidney, os resultados foram animadores inclusive porque houve poucos efeitos colaterais. Drogas convencionais se associavam com febre, dores em geral, anemia e depressão. Por isso, só a metade dos pacientes conclui o tratamento de 12 semanas.
A hepatite C genótipo 1 é a a principal causa do câncer hepático e de cirrose crônica que, em muitos casos, termina em transplante de fígado.
Em 80% dos afetados a infecção se torna crônica. Em 20% há desenvolvimento de cirrose e em 25% pode haver câncer de fígado.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011