A GlaxoSmithKline e a XenoPort anunciaram que o FDA aprovou HORIZANT (gabapentina enacarbila ). Um comprimido de liberação prolongada para o tratamento da Síndrome das Pernas Inquietas em adultos de moderada a grave primária.
Na Síndrome das Pernas Inquietas o portador tem uma sensação incômoda, não dolorosa, dentro das pernas que provoca uma irresistível vontade de mexê-las. Algumas pessoas descrevem-na como: “coceira nos ossos”, “alfinetadas”, “insetos caminhando pelas pernas”, “pernas querendo danças sozinhas”, “comichão”, “formigamento”, “friagem”. Seja qual for a sensação, ela vem acompanhada por essa urgência para necessidade de mexer as pernas. Às vezes, pode ser os braços.
Quando o paciente está parado os sintomas se manifestam. As sensações são pioram à noite, principalmente quando o indivíduo se deita. Os familiares pensam que se trata de nervosismo.
Estes movimentos involuntários causam dificuldade para o individuo adormecer e permanecer dormindo.
HORIZANT não é recomendado para pacientes que são obrigados a dormir durante o dia e ficar acordado à noite.
Atul Pande, vice-presidente sênior da GlaxoSmithKline Medicina Neurociências do Centro de Desenvolvimento disse: " A Síndrome das Pernas Inquietas permanece desconhecida, e muitos pacientes deixam de ser tratados” "A GSK está comprometida em ajudar os pacientes e profissionais de saúde a ter um melhor entendimento e tratamento dessa condição.
Descoberto e desenvolvido pela XenoPort, HORIZANT é uma nova substância química que utiliza mecanismos de transporte do organismo que facilita a sua absorção pelo organismo. Uma vez absorvido, HORIZANT é convertida em gabapentina, que se liga a um tipo específico de canal de cálcio, mas não apresenta afinidade por outros receptores comuns. O mecanismo exato de ação do HORIZANT no tratamento de moderada a grave primária Síndrome das Pernas Inquietas é desconhecida.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
OMS alerta para o uso incorreto de antibióticos
Documento pede ação política e da sociedade
Para marcar o Dia Mundial da Saúde, a OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou um alerta sobre o risco de resistência a antibióticos.
Segundo o documento, o uso inadequado desses remédios pode prejudicar o tratamento de várias doenças infecciosas -em 2010, foram detectados 440 mil casos de tuberculose multirresistente.
Para a OMS, o problema deve ser combatido com uma ação conjunta entre sociedade e governo. Entre as sugestões está o desenvolvimento de planos nacionais que garantam o acesso aos medicamentos e reforcem a prevenção e o controle de infecções.
Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO
Para marcar o Dia Mundial da Saúde, a OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou um alerta sobre o risco de resistência a antibióticos.
Segundo o documento, o uso inadequado desses remédios pode prejudicar o tratamento de várias doenças infecciosas -em 2010, foram detectados 440 mil casos de tuberculose multirresistente.
Para a OMS, o problema deve ser combatido com uma ação conjunta entre sociedade e governo. Entre as sugestões está o desenvolvimento de planos nacionais que garantam o acesso aos medicamentos e reforcem a prevenção e o controle de infecções.
Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Banana é uma grande aliada na prevenção do AVC
Fonte: Revista Veja
Consumir a fruta três vezes ao dia reduz as chances de derrame em 21%
Ao melhorar a fluidez do sangue, o potássio ajuda a evitar a formação de coágulos na corrente sanguínea, evitando, assim, o AVC. A substância também pode ser encontrada em verduras como o espinafre, além de castanhas, leite, peixes e lentilha. Os pesquisadores afirmam que a ingestão adequada de potássio ajudaria a evitar as mais de 1 milhão de mortes provocadas por derrame todos os anos em todo o mundo. Cada banana possui cerca de 500 miligramas do nutriente.
Os pesquisadores britânicos e italianos reuniram dados de 11 estudos diferentes - alguns deles datados da década de 1960 - e reavaliaram os resultados para produzir um relatório mais amplo a respeito do tema. Pesquisas anteriores já apontavam a importância da banana no controle da pressão sanguínea, no equilíbrio dos fluídos do corpo e na prevenção de derrames, mas os resultados ainda eram inconsistentes. De acordo com os cientistas responsáveis pelo estudo global, a ingestão de potássio está aquém do indicado na maioria dos países. O déficit do nutriente no organismo acarreta também problemas como arritmias cardíacas, irritabilidade, náuseas e diarreia.
Consumir a fruta três vezes ao dia reduz as chances de derrame em 21%
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| Para prevenir o AVC, 3 bananas ao dia |
Pessoas que comem três bananas todos os dias têm um risco até 21% menor de sofrerem um Acidente Vascular Cerebral (AVC). É o que sugere uma pesquisa europeia publicada na mais recente edição do periódico Journal of the American College of Cardiology. De acordo com cientistas das universidades de Warwick, na Inglaterra, e de Nápoles, na Itália, o benefício da fruta para a corrente sanguínea tem como razão sua alta concentração de potássio. A ingestão de 1.600 miligramas da substância - menos da metade da quantidade diária recomendada para um adulto - já seria suficiente para reduzir em 1/5 as chances de ocorrência de um derrame cerebral.
Ao melhorar a fluidez do sangue, o potássio ajuda a evitar a formação de coágulos na corrente sanguínea, evitando, assim, o AVC. A substância também pode ser encontrada em verduras como o espinafre, além de castanhas, leite, peixes e lentilha. Os pesquisadores afirmam que a ingestão adequada de potássio ajudaria a evitar as mais de 1 milhão de mortes provocadas por derrame todos os anos em todo o mundo. Cada banana possui cerca de 500 miligramas do nutriente.
Os pesquisadores britânicos e italianos reuniram dados de 11 estudos diferentes - alguns deles datados da década de 1960 - e reavaliaram os resultados para produzir um relatório mais amplo a respeito do tema. Pesquisas anteriores já apontavam a importância da banana no controle da pressão sanguínea, no equilíbrio dos fluídos do corpo e na prevenção de derrames, mas os resultados ainda eram inconsistentes. De acordo com os cientistas responsáveis pelo estudo global, a ingestão de potássio está aquém do indicado na maioria dos países. O déficit do nutriente no organismo acarreta também problemas como arritmias cardíacas, irritabilidade, náuseas e diarreia.
Droga mata tumor de fome
Fonte: Estado de Minas.
A arma criada por Tracy teve como ponto de partida a FKBPL. “Trata-se de uma proteína natural encontrada dentro das células, que tem uma atividade natural contra os vasos sanguíneos do tumor", explicou ao Estado de Minas, por e-mail, a autora do estudo, publicado pela revista científica Clinical Cancer Research, da Associação Americana para Pesquisa do Câncer. “Essencialmente, a FKBPL detém o desenvolvimento de novos vasos — um processo chamado de angiogênese, que não ocorre em adultos, mas apenas em pessoas acometidas pelo câncer”, acrescentou. De acordo com ela, tais vasos dependem do sangue para garantir o crescimento tumoral. “O combate ao crescimento de novos vasos sanguíneos leva as células do tumor à morte”, comenta.
A medicina dispõe de outras terapias cujo alvo são os vasos sanguíneos do tumor. No entanto, nada se compara ao método projetado por Tracy — a nova técnica usa um caminho totalmente diferente e já se mostrou uma alternativa eficiente a tratamentos atuais que não estejam funcionando. “Desenhamos um pequeno peptídeo (biomolécula) baseado na região ativa da proteína FKBPL. Nossa droga usa um receptor chamado CD44, presente na superfície celular, para invadir aquelas células necessárias para o crescimento do vaso sanguíneo do tumor”, afirma a norte-irlandesa. “Uma vez lá dentro, o medicamento interfere em uma proteína envolvida na migração das células, prevenindo a angiogênese”.
Multieficiência O estudo, ao qual o EM teve acesso, assegura que a “eficácia antitumoral foi determinada em dois tumores humanos que cresceram em ratos com grave imunodeficiência”. O artigo revela que a área responsável pelo potencial antiangiogênico foi identificada como um peptídeo de 24 aminoácidos, cuja sequência foi sintetizada e usada como medicamento.
Como a nova droga funciona alvejando os vasos sanguíneos ainda em formação do tumor, Tracy Robson aposta que ela seja apropriada a uma vasta gama de tumores, inclusive sólidos. Até agora, ela e sua equipe comprovaram boas respostas para os cânceres de mama e de próstata. “O projeto está em desenvolvimento pré-clínico e a primeira fase dos testes clínicos deve começar em 12 meses. Se eles forem bem-sucedidos, o tratamento deverá estar disponível em todo o mundo nos próximos cinco ou 10 anos”, estima a cientista.
De acordo com Tracy, os atuais tratamentos antiangiogênicos não são eficazes contra todos os tumores. Muitas vezes, quando demonstram eficiência, esbarram na resistência do organismo. “Como essa nova abordagem utiliza um mecanismo antiangiogênico diferente, esperamos que funcione com um padrão de tumores, diferentemente de outras drogas. É provável que nosso método seja complementar a outras terapias, estendendo o leque de abordagens possíveis”, revela a líder do estudo. Stephe Barr, presidente da Almac Discovery, destaca o caráter inovador da pesquisa. “Trata-se de um exemplo de primeira classe de colaboração entre a universidade e a indústria para produzir uma nova técnica para tratar o câncer, com chance real de ajudar pacientes”, diz.
Outra pesquisa, divulgada pelo 102º Encontro Anual da Associação Americana para Pesquisa do Câncer, sustenta que a análise de mais de 10 trilhões de pares-base de sequências de DNA de tecidos do tumor de mama e de mulheres saudáveis rendeu informações valiosas sobre as variantes genéticas da doença. O norte-americano Matthew J. Ellis, professor de medicina da Washington University, disse acreditar que a descoberta levará a diagnósticos mais precisos, capazes de propiciar resultados melhores no tratamento do mal.
Durante 13 anos, José Alencar travou uma árdua batalha contra o câncer, até que a doença não mais respondeu aos tratamentos. Se ainda estivesse vivo, o ex-vice-presidente da República teria ao menos o alento de saber que outros pacientes acabam de ganhar uma esperança de cura. A boa notícia vem da Faculdade de Farmácia da Queen’s University Belfast, na Irlanda do Norte. Em colaboração com pesquisadores do Instituto Almac Discovery, a cientista e professora Tracy Robson desenvolveu uma terapia que já é considerada uma revolução. Em vez de atacar o câncer diretamente, a nova droga combate a raiz do mal: ela previne o crescimento de novos vasos sanguíneos no tumor, privando-os de oxigênio e de nutrientes e impedindo sua evolução.
A arma criada por Tracy teve como ponto de partida a FKBPL. “Trata-se de uma proteína natural encontrada dentro das células, que tem uma atividade natural contra os vasos sanguíneos do tumor", explicou ao Estado de Minas, por e-mail, a autora do estudo, publicado pela revista científica Clinical Cancer Research, da Associação Americana para Pesquisa do Câncer. “Essencialmente, a FKBPL detém o desenvolvimento de novos vasos — um processo chamado de angiogênese, que não ocorre em adultos, mas apenas em pessoas acometidas pelo câncer”, acrescentou. De acordo com ela, tais vasos dependem do sangue para garantir o crescimento tumoral. “O combate ao crescimento de novos vasos sanguíneos leva as células do tumor à morte”, comenta.
A medicina dispõe de outras terapias cujo alvo são os vasos sanguíneos do tumor. No entanto, nada se compara ao método projetado por Tracy — a nova técnica usa um caminho totalmente diferente e já se mostrou uma alternativa eficiente a tratamentos atuais que não estejam funcionando. “Desenhamos um pequeno peptídeo (biomolécula) baseado na região ativa da proteína FKBPL. Nossa droga usa um receptor chamado CD44, presente na superfície celular, para invadir aquelas células necessárias para o crescimento do vaso sanguíneo do tumor”, afirma a norte-irlandesa. “Uma vez lá dentro, o medicamento interfere em uma proteína envolvida na migração das células, prevenindo a angiogênese”.
Multieficiência O estudo, ao qual o EM teve acesso, assegura que a “eficácia antitumoral foi determinada em dois tumores humanos que cresceram em ratos com grave imunodeficiência”. O artigo revela que a área responsável pelo potencial antiangiogênico foi identificada como um peptídeo de 24 aminoácidos, cuja sequência foi sintetizada e usada como medicamento.
Como a nova droga funciona alvejando os vasos sanguíneos ainda em formação do tumor, Tracy Robson aposta que ela seja apropriada a uma vasta gama de tumores, inclusive sólidos. Até agora, ela e sua equipe comprovaram boas respostas para os cânceres de mama e de próstata. “O projeto está em desenvolvimento pré-clínico e a primeira fase dos testes clínicos deve começar em 12 meses. Se eles forem bem-sucedidos, o tratamento deverá estar disponível em todo o mundo nos próximos cinco ou 10 anos”, estima a cientista.
De acordo com Tracy, os atuais tratamentos antiangiogênicos não são eficazes contra todos os tumores. Muitas vezes, quando demonstram eficiência, esbarram na resistência do organismo. “Como essa nova abordagem utiliza um mecanismo antiangiogênico diferente, esperamos que funcione com um padrão de tumores, diferentemente de outras drogas. É provável que nosso método seja complementar a outras terapias, estendendo o leque de abordagens possíveis”, revela a líder do estudo. Stephe Barr, presidente da Almac Discovery, destaca o caráter inovador da pesquisa. “Trata-se de um exemplo de primeira classe de colaboração entre a universidade e a indústria para produzir uma nova técnica para tratar o câncer, com chance real de ajudar pacientes”, diz.
Outra pesquisa, divulgada pelo 102º Encontro Anual da Associação Americana para Pesquisa do Câncer, sustenta que a análise de mais de 10 trilhões de pares-base de sequências de DNA de tecidos do tumor de mama e de mulheres saudáveis rendeu informações valiosas sobre as variantes genéticas da doença. O norte-americano Matthew J. Ellis, professor de medicina da Washington University, disse acreditar que a descoberta levará a diagnósticos mais precisos, capazes de propiciar resultados melhores no tratamento do mal.
| À esquerda, os traços brancos são os vasos sanguíneos dentro de um tumor em pleno crescimento; à direita, na imagem dos mesmos vasos depois do uso da nova substância, é possível notar claramente como foram rompidos Para maiores detalhes visite: http://clincancerres.aacrjournals.org/content/early/2011/02/25/1078-0432.CCR-10-2241 |
Museu da Famácia em Lisboa
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| Reconstrução de uma farmácia típica de Macau no Século XIX |
Museu inaugurado em 1996 que tenta reunir, cronologicamente, material alusivo à história da farmácia. Inclui uma ala que reconstrói cenários em tamanho real de diferentes estabelecimentos farmacêuticos ao longo de diferentes épocas, sendo de destacar a farmácia da Macau do Século IXX.
A viagem começa numa mó de pedra do Neolítico e acaba com os desafios da nanotecnologia aplicada à saúde nos dias de hoje. São mais de cinco mil de anos de história, contados em catorze mil peças de todos os cantos mundo. É possível encontrar até um estojo medicinal usado por astrounautas da NASA. Uma visita ao Museu da Farmácia é uma agradável oportunidade de visitar a luta do homem contra as doenças.
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Rua Marechal Saldanha 1 1200 Lisboa, Portugal 213 400 680 |
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