Powered By Blogger

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O Problema do Descarte de Medicamentos


Texto retirado do Site da ANVISA.

O descarte aleatório de medicamentos em desuso, vencidos ou sobras atualmente é feito por grande parte das pessoas no lixo comum ou na rede pública de esgoto, podendo trazer como conseqüências a agressão ao meio ambiente, a contaminação da água, do solo e de animais, além do risco à saúde de pessoas que possam reutilizá-los por acidente ou mesmo intencionalmente devido a fatores sociais ou circunstanciais diversos. O consumo indevido de medicamentos descartados inadequadamente pode levar ao surgimento de reações adversas graves, intoxicações, entre outros problemas, comprometendo decisivamente a saúde e qualidade de vida dos usuários.
As sobras de medicamentos têm várias causas, dentre as quais podemos destacar: a dispensação de medicamentos além da quantidade exata para o tratamento do paciente; a interrupção ou mudança de tratamento; a distribuição aleatória de amostras-grátis; e o gerenciamento inadequado de estoques de medicamentos por parte das empresas e estabelecimentos de saúde. Soma-se a estes fatores a carência de informação da população relacionada à promoção, prevenção e cuidados básicos com sua saúde.
Com a instituição da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, através da Lei n° 12.305/2010 e do Decreto nº 7.404/2010, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa está promovendo ações relacionadas com o tema, que tenham impacto significativo para a implementação da referida política e para a proteção da saúde da população e do meio ambiente.
A PNRS prevê a implantação e operacionalização dos sistemas de logística reversa para a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial para reaproveitamento no ciclo produtivo ou destinação final ambientalmente adequada por meio dos seguintes instrumentos: compromissos entre o Poder Público e o setor privado formalizados em Acordos Setoriais, termos de compromisso ou mediante regulamento específico.
Nesse sentido, a Anvisa vem discutindo o tema “Descarte de Medicamentos” desde 2009 e tem se envolvido nas discussões da PNRS, participando da criação do Grupo de Trabalho Temático (GTT) de Medicamentos, coordenado pelo Ministério da Saúde. Este grupo foi criado em 16 de março de 2011 com o objetivo de analisar, estudar e apresentar propostas sobre o descarte de medicamentos, incluindo: realizar estudos de viabilidade técnica, econômica e avaliação dos impactos sociais para a implantação da logística reversa de medicamentos; propor modelagem da logística reversa de medicamentos; propor um acordo setorial visando um contrato entre os entes da cadeia de medicamentos de modo a pautar a responsabilidade compartilhada. O grupo tem caráter temporário e prazo de seis meses para conclusão, podendo ser prorrogado por igual período.
Portanto, a logística reversa para o descarte de medicamentos, de grande importância para a sociedade, vem sendo discutida e articulada com os diversos entes da cadeia de medicamentos, entre eles: conselhos profissionais da saúde (medicina, farmácia, enfermagem, odontologia, medicina veterinária); setor de transportes; setor de publicidade; rede hospitalar; associações da indústria farmacêutica, da indústria farmoquímica e das farmácias e drogarias; e representação das vigilâncias sanitárias municipais e estaduais, na perspectiva de conformação de um acordo setorial voltado para a implantação da logística reversa para os resíduos de medicamentos e outras medidas de não geração e de redução.
O Decreto n° 7.404, de 23 de dezembro de 2010, regulamenta a Lei n°12.305 de 2 de agosto de 2010 e cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a implantação dos Sistemas de Logística Reversa, de maneira a orientar a realização de trabalhos técnicos e científicos ligado aos resíduos sólidos para esclarecer e direcionar a aplicação da norma com estudos de viabilidade.
As ações de pesquisa, articulação e envolvimento de entidades representativas dos diversos setores (governo, empresários, profissionais de saúde, ambientalistas, trabalhadores e cidadãos em geral), especialmente àqueles que participam diretamente do Grupo de Trabalho Temático, será fundamental para a conformação de um acordo setorial condizente com as expectativas e desafios da sociedade brasileira no tratamento responsável e compartilhado com a preservação da saúde e do meio ambiente.
Além disso, a experiência com a elaboração de uma modelagem de logística reversa por meio de um acordo setorial sem dúvida propiciará contribuições para o aperfeiçoamento das práticas regulatórias adotadas no país, por tratar-se de uma nova forma de regulação e implementação de políticas públicas.

Nova Droga Para Hipercolesterolemia


Um ensaio clínico publicado online na revista The Lancet de 02 de novembro de 2012 mostra que o lomitapide em doses de cerca de 40mg por dia, por via oral reduz o colesterol LDL em aproximadamente 50% em pacientes com hipercolesterolemia homozigótica tipo familiar.
O lomitapide inibe a secreção de VLDL no plasma pelo fígado, VLDL são precursores de LDL. É um inibidor de MTP, proteína de transferência de triglicerídeo microssomal ou proteína de transferência de triglicerídeo microsomal; MTP é uma proteína solúvel presente no retículo endoplasmático de hepatócitos. MTP com a forma de uma proteína isomerase bissulfito heterodímera que regula o conjunto de triglicerídeos com apolipoproteína B, VLDL apoB a se formar.
Os primeiros ensaios clínicos foram conduzidos com lomitapide em 1996 com hipercolesterolemia e parou devido a sua toxicidade, os distúrbios gastrointestinais, esteatoses hepáticas. Em 2002, os ensaios clínicos incluídos em uma indicação mais restrita, homozigoto tipo familiar hipercolesterolemia, a pedido de Daniel Rader Aegerion então, o laboratório que está desenvolvendo. O lomitapide é também um inibidor de CYP3A4.
Para obter informações adicionais, consulte o artigo mais detalhado em http://migre.me/c1lEU. A molécula de lomitapide é  hexafluorada.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Prontuários Eletrônicos e Segurança

É muito comum o médico retirar um determinado medicamento da terapêutica de um paciente. Muitas vezes não há comunicação entre o profissional prescritor e o farmacêutico. Isto é comum em grandes hospitais.
Esta é uma questão de segurança identificada pelos serviço de fármaco-vigilância de alguns estados americanos. O Dr. Thomas Sequist, médico do Hospital Brigham and Women e Harvard Vanguard Medical Associates em entrevista demonstrou preocupação com esta questão.
Ele e seus colegas examinaram 1.218 casos em 2009 onde os medicamentos dos pacientes foram descontinuados pelos médicos de Harvard Vanguard. Descobriram que 1,5 por cento de todos os medicamentos descontinuadas houve a readministração pelas farmácias hospitalares e que 12 por cento dos medicamentos que houve a readministração causaram algum grau de dano potencial para os pacientes.
De acordo com estudo, publicado em 20 de novembro a edição da revista Annals of Internal Medicine foram constatados problemas graves, como pressão arterial baixa; ou problemas menos graves como possíveis reações alérgicas ou náuseas e vertigens.
A implementação de prontuários eletrônicos ofereceram uma oportunidade de otimizar os controles das interrupções de terapias medicamentosas. Dr. Adrienne Allen, diretor médico da Associação para a Qualidade, Segurança e Risco da Região Norte de Boston disse: -“Pesquisas futuras devem se concentrar em avaliar os métodos para melhorar a comunicação entre os médicos e farmácias, para melhor conciliar as listas de medicamentos, bem como explorar estratégias para melhorar o conhecimento do paciente e consciência de seu regime de medicação".
Esta questão é grave dentro de um ambiente ambulatorial, imagine quando o paciente vai ser atendido por farmácias públicas onde só existe a comunicação por uma simples receita médica. 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

EUA autorizam venda de remédio usado no tratamento contra obesidade



Medicamento Qnexa poderá ser receitado para pessoas com índice de massa corporal de 30 ou mais, ou pacientes com diabetes, colesterol ou pressão alta.

A Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos autorizou nesta terça-feira a venda do remédio Qnexa, usado no tratamento contra obesidade. A droga poderá ser receitada para pessoas com o Índice de Massa Corporal de 30 ou mais, ou também para pacientes com diabetes, colesterol ou pressão alta. Segundo a agência americana, o medicamento só não deverá ser usado por gestantes, pois pode causar danos ao feto.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Anvisa alerta para risco de consumo de suplemento alimentar

Imagem ilustra alguns comprimidos na palma de uma mão.
O consumo de alguns suplementos alimentares, como Jack3D, Oxy Elite Pro, Lipo-6 Black, entre outros, pode causar graves danos à saúde das pessoas. É o que alerta a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em informe, publicado nesta terça-feira (10/7).
De acordo com o alerta da Agência, alguns desses suplementos contêm ingredientes que não são seguros para o consumo como alimentos ou contêm substâncias com propriedades terapêuticas, que não podem ser consumidas sem acompanhamento médico.  Os agravos à saúde humana podem englobar efeitos tóxicos, em especial no fígado, disfunções metabólicas, danos cardiovasculares, alterações do sistema nervoso e, em alguns casos, levar até a morte.
“O forte apelo publicitário e a expectativa de resultados mais rápidos contribuem para uso indiscriminado dessas substâncias por pessoas que desconhecem o verdadeiro risco envolvido”, afirma o diretor de Controle e Monitoramento Sanitário da Anvisa, José Agenor Álvares. O alerta da Anvisa ressalta, ainda, que muitos desses suplementos alimentares não estão regularizados junto à Agência e são comercializados irregularmente em nosso país.
Segundo o diretor da Anvisa, são produtos fabricados a partir de ingredientes que não passaram por avaliação de segurança. “Esses suplementos contém substâncias proibidas  para uso em alimentos como: estimulantes, hormônios ou outras consideradas como doping pela Agência Mundial Antidoping”, explica Álvares.
DMAA
Recentemente, a Organização Mundial de Saúde, por meio da Rede de Autoridades em Inocuidade de Alimentos, alertou que vários países têm identificado efeitos adversos associados ao consumo da substância dimethylamylamine (DMAA), presente em alguns suplementos alimentares. O DMAA é um estimulante usado, principalmente, no auxílio ao emagrecimento, aumento do rendimento atlético e como droga de abuso.
Essa substância,  que tem efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central, pode causar dependência, além de outros efeitos adversos, como insuficiência renal, falência do fígado e alterações cardíacas, e pode levar a morte. Alguns países já proibiram a comercialização de produtos que contém DMAA, como Austrália e Nova Zelândia.
“O DMAA tem sido adicionado indiscriminadamente aos suplementos alimentares, apesar de não existir  estudos conclusivos sobre a sua dose segura”, afirma Álvares. No Brasil, o comércio de suplementos alimentares com DMAA também é proibido.
Na última terça-feira (3/7), a Anvisa incluiu o DMAA na lista de substâncias proscritas no país, fato que impede a importação dos suplementos que contenham a substância, mesmo que por pessoa física e para consumo pessoal. Entre os suplementos alimentares que possuem DMAA estão: Jack3D, Oxy Elite Pro, Lipo-6 Black, entre outros.
Importados
A regulamentação sanitária brasileira permite que pessoas físicas importem suplementos alimentares para consumo próprio, mesmo que esses produtos não estejam regularizados na Anvisa. Entretanto, esses suplementos não podem ser importados com finalidade de revenda ou comércio ou conter substâncias sujeitas a controle especial ou proscritas no país, como é o caso do DMAA.
Cada país controla esses produtos de maneira específica e, em muitos casos, não são realizadas avaliações de segurança, qualidade ou eficácia antes da entrada desses suplementos no mercado.  “Os consumidores devem estar atentos e checar se esses suplementos foram avaliados por autoridades sanitárias do país de origem e se não foram submetidos ao processo de recolhimento”, orienta o diretor da Anvisa.
Brasil
No Brasil, alimentos apresentados em formatos farmacêuticos (cápsulas, tabletes ou outros formatos destinados a serem ingeridos em dose) só podem ser comercializados depois de avaliados quanto à segurança de uso, quando se considera eventuais efeitos adversos já relatados. Além disso, precisam ser registrados junto à Anvisa antes de serem comercializados.
De acordo com o diretor da Anvisa, produtos conhecidos popularmente como suplementos alimentares não podem alegar propriedades ou indicações terapêuticas. “Propagandas e rótulos que indicam alimentos para prevenção ou tratamento de doenças ou sintomas, emagrecimento, redução de gordura, ganho de massa muscular, aceleração do metabolismo ou melhora do desempenho sexual são ilegais e podem conter substâncias não seguras para o consumo”, alerta Álvares.
Confira aqui o alerta da Anvisa sobre o caso
 
Dicas para identificar suplementos que não estão regularizados no Brasil
- Promessas milagrosas e de ação rápida, como “Perca 5 kg em 1 semana!”;
- Indicações de propriedades ou benefícios cosméticos, como redução de rugas, de celulite, melhora da pele etc.
- Indicações terapêuticas ou medicamentosas, como cura de doenças, tratamento de diabetes, artrites, emagrecimento, etc.
- Uso de imagens e ou expressões que façam referência a hormônios e outras substâncias farmacológicas;
- Produtos rotulados exclusivamente em língua estrangeira;
- Uso de fotos de pessoas hiper-musculosas ou que façam alusão à perda de peso;
- Uso de panfletos e folderes para divulgar as alegações do produto como estratégia para burlar a fiscalização;
- Comercializados em sites sem identificação da empresa fabricante, distribuidora, endereço, CNPJ ou serviço de atendimento ao consumidor.

Recomendações aos consumidores
Se você usa ou tem intenção de usar “suplementos alimentares”, a Anvisa recomenda:
- Solicite auxílio de seu nutricionista ou médico para a identificação de produtos seguros e regularizados junto à Anvisa;
- Desconfie se o produto for “bom demais para ser verdade”! Ter um corpo definido e emagrecer nem sempre é rápido ou fácil, principalmente de forma saudável;
- Consumidores que adquiriram produtos que contém DMAA na composição devem buscar orientação junto à autoridade sanitária local sobre a destinação adequada dos mesmos;
- Mais informações podem ser obtidas junto à Central de Atendimento da Anvisa: 0800 642 9782

sábado, 7 de julho de 2012

Três pessoas são internadas por dia com intoxicação em SP


Envenenamentos, intoxicações e exposição a substâncias nocivas causam, em média, três vítimas todos os dias no Estado de São Paulo, mostrou o levantamento da Secretaria de Saúde. Apesar de ter havido queda no número de internações (em 2011 foram 951 casos ante 1.132 de 2010), o número de mortos ainda é alto, 29 no ano passado contra 26 em 2010.

 

Segundo o médico do Grau (Grupo de Resgate e Atendimento a Urgências), Roberto Stefanelli, esse tipo de acidente ocorre por vários motivos e muda conforme a idade do paciente. Crianças de 1 a 4 anos de idade representam 21% dos casos, tendo como principal razão o descuido de pais e responsáveis no armazenamento de medicamentos e produtos tóxicos.

 

"É muito comum guardar o produto de limpeza em garrafa de refrigerante. A criança vê o colorido da garrafa e acaba ingerindo e se intoxicando", disse Stefanelli. Para evitar acidentes, o médico orienta que esse tipo de substância seja guardada somente em armários com chaves ou em lugares altos, fora do alcance de crianças.

 

Quando suspeitar de intoxicação, o procedimento é levar a vítima imediatamente ao atendimento de emergência, junto com o frasco ou resto da substância que causou o acidente para auxiliar na identificação por parte dos médicos. Stefanelli lembra, além disso, que nunca se deve provocar vômito no paciente, pois o líquido ingerido pode ser corrosivo e lesar órgão internos. "Vai piorar a situação. Se ele estiver com o nível de consciência reduzido e vomitar, ele pode aspirar o vômito e ele ir para o pulmão. Aí fica muito mais grave, pode levar até a morte".

O médico ainda relatou que, em boa parte dos casos de crianças intoxicadas que chegam à emergência, as famílias desconhecem a causa do mal-estar. Por isso, deve-se suspeitar de envenenamento quando a criança apresentar vômitos, diarreia, salivação excessiva, rebaixamento do nível de consciência ou sonolência. Os sintomas, porém, podem variar de acordo com o tipo de substância ingerida.

 

Outra faixa etária que costuma sofrer intoxicação é a de adolescentes e jovens adultos. Nesses casos, no entanto, as causas são excesso da ingestão de bebidas alcoólicas e uso de drogas ilícitas. Adultos que vivem nas áreas urbanas, normalmente, são internados após tentativas de suicídio e acidentes de trabalho, como vazamentos de produtos químicos e de fumaças tóxicas. Nos acidentes com gases, é importante pedir socorro aos bombeiros e jamais entrar no recinto.

 

"Ao entrar no ambiente que está cheio de gás, para socorrer alguém, você também vai se contaminar. Em vez de uma vitima serão duas", alerta o médico. Já nas regiões rurais, envenenamentos em decorrência da manipulação e inalação de inseticidas na agricultura são os quadros mais comuns registrados pela pesquisa.

 

Entre os idosos, a intoxicação geralmente ocorre por erro na dosagem de medicamentos. "Eles se esquecem de que já se medicaram e tomam de novo, ou acabam tomando doses erradas", diz o médico. Por isso, a orientação de Stefanelli é de que haja controle por meio de anotações nos frascos e identificação nas cartelas de comprimidos das quantidades já ingeridas.

 

Em todos os casos de intoxicação, sobretudo quando a vítima estiver inconsciente, Stefanelli recomenda deitá-la de lado enquanto o socorro não chega. "Isso evitará que o vômito seja aspirado e chegue até o pulmão", orientou.

domingo, 3 de junho de 2012

Nos Estados Unidos no momento estão pesquisando quase 1000 novos fármacos para combater o câncer.


Empresas americanas de pesquisas biofarmacêuticas estão testando 981 medicamentos e vacinas para combater os diversos tipos de câncer que afeta milhões de pacientes em todo o mundo, de acordo com um relatório divulgado hoje pela Associação de Pesquisadores e Fabricantes Farmacêuticos da América (PhRMA). Estes medicamentos potenciais, que são tanto em ensaios clínicos ou sob revisão pela Food and Drug Administration, incluem 121 para câncer de pulmão, 117 de linfoma e 111 para câncer de mama.

Ao longo das últimas décadas, progressos significativos na pesquisa biofarmacêutica e desenvolvimento tem levado a melhorias constantes nas taxas de sobrevivência de câncer nos EUA de acordo com a American Cancer Society, a taxa de morte por câncer caiu 22% para homens e 14% para mulheres entre 1990 e 2007 , que traduzido para 898.000 vidas poupadas por causa morte por câncer no período.

Além dos benefícios para os pacientes e suas famílias, as quedas nas taxas de mortalidade de câncer têm um tremendo impacto econômico. Os Institutos Nacionais de Saúde estimam que os custos totais para o câncer em 2007 ficaram por volta de 226,8 bilhões dólares: 103,8 bilhões dólares para os custos médicos diretos (todos os gastos com saúde) e $ 123 bilhões para os custos indiretos com a mortalidade (custo da perda de produtividade devido à morte prematura). De acordo com pesquisa recente da Universidade de Chicago, a redução das taxas de morte por câncer em 10 por cento valeria cerca de 4,4 trilhões de dólares em valor econômico para as gerações atuais e futuras.

As Indústrias biofarmacêuticas dos Estados Unidos estão trabalhando em muitas novas abordagens para combater o câncer. Os exemplos incluem: a) Um medicamento que interfere com o metabolismo das células de câncer de pâncreas, privando-os da energia fornecida pela glicose.  B) Um medicamento para leucemia mielóide aguda que inibe as células cancerosas com uma mutação encontrada em cerca de um terço dos pacientes com LMA.  C) Uma terapia que usa a nanotecnologia para atingir a entrega de medicamentos para as células de câncer de próstata, potencialmente superar algumas limitações dos tratamentos existentes.